Mostrando postagens com marcador description. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador description. Mostrar todas as postagens

8.7.09

memories.


Dá-me a tua mão. Fecha os olhos.
Suavemente dá uma volta, como se este fosse o melhor momento da tua vida, como se esta fosse a melodia mais bela que já alguma vez ouviste.
Uma lágrima cai. Um suspiro é libertado em vão, e o medo que o outro se tenha apercebido aumenta. O fim nunca esteve tão perto.
O sol entra pela janela, iluminando o chão mogno, envernizado, no qual passámos tantos momentos juntos, a dançar, deitados a contar os defeitos do tecto, aninhados um no outro nos dias de inverno, lutando para manter o calor, ouvindo a chuva a tentar perturbar o momento.
Tudo acaba, não há dúvida.
A questão é: vais-te lembrar?
Serão estas memórias dignas da nossa lembrança, do nosso sofrimento sempre que nos lembrarmos do que deixámos para trás.
Ou será que são apenas memórias, vazias, como todas aquelas que vieram antes de ti...?

cate.

6.7.09

heartless love.



She, with her dark, yet not inappropriate, wittiness, her eyes mostly lifeless, depression sucking slowly the light of her hitherto bright, innocent halo. She, who despite having plainly shown her despise for the subject, could not have put it in better terms than the epitome of love itself. There was something about her, about this change almost impossible, extremely unpredictable, that lent to it, to her, an most amazing edge of wonder and magic. There was so much one could say about love without making it hideous, a despicable disease, and yet the best description of such strong, complex feeling came from none other but the least fateful in it. 1/07/09 00:16